Catherine Hardwicke mencionou em uma
recente entrevista que ela não teve a oportunidade de dirigir o filme
The Fighter, um dos indicados ao Oscar, por ser mulher. Hmmm. Confira:

A vida não é preto e branco. É um jogo
de quem você conhece, onde você está e quando você está lá. É sobre a
arte de confabular tanto quanto a arte de performance profissional. É um
mundo de navegar políticas públicas e pessoais. Então, por que nós não
lembramos disso quando estamos falando dos problemas de uma mulher em
Hollywood?
Dessa vez, é Catherine Hardwicke, que
revelou que ela foi impedida de se oferecer a dirigir “The Fighter”
porque ela é uma mulher.
Hardwicke disse à The Wrap
semana passada: “Eu não conseguia uma entrevista mesmo que meu ultimo
filme fez 400 milhões de dólares. Me disseram que ele tinha que ser
dirigido por um homem – eu estou maluca? É sobre ação, sobre boxe, então
um homem tem que dirigir… Mas eles deixaram um homem dirigir Sex and the City ou qualquer filme de mulher que você já ouviu falar.”
Hardwicke não disse que ela foi recusada
por seu trabalho passado: Por mais que gostaríamos de culpar o tipo de
cinema que ela faz, Hardwicke foi recusada porque “tinha que ser
dirigido por um homem”. Ela nem teve a chance de oferta.
Hollywood não contrata talento feminino e
cineastas mulheres por filmes high-profile e blockbusters, e muitas
mulheres já falaram abertamente sobre isso. Com tudo isso na nossa
cabeça, não é surpresa que o estudo desse ano feito pelo Centro de
Estudo da Mulher em Televisão e Fime diz que pelos passados 10 anos,
mulheres trabalhando em grandes filmes (como diretora, produtora,
escritora, cineasta e edição) tem diminuido uma porcentagem desde 1998.
Mulheres formaram 7% dos diretores que fizeram grandes filmes em 2010, o
que é 2% menor que 1998. Mulheres fizeram 2% dos cineastas, 10% dos
escritores, 15% dos produtores executivos, 18% dos editores e e 24% de
todos os produtores.
Fonte: MovieFone | Tradução e adaptação: Foforks
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